Saiba quando os amortecedores
precisam de manutenção

 

 

 

 

 

Sinais como menor estabilidade em curvas, maior distância para frenagem, desgaste de pneus e peças da suspensão, risco de aquaplanagem, balanço excessivo e vibrações indicam que a vida do amortecedor está comprometida. "Ao perceber qualquer anormalidade na suspensão é importante que o consumidor faça uma revisão da suspensão e troque as peças necessárias. Além disso, recomendamos uma revisão aos 40 mil quilômetros", explica a gerente da Monroe, empresa líder mundial no desenvolvimento e fabricação de amortecedores. O amortecedor é um dos componentes da suspensão do veículo responsável pelo controle do movimento das molas para evitar balanços excessivos, garantir a segurança do automóvel e, conseqüentemente, dos seus ocupantes.

 

 

 

Para que o consumidor entenda o funcionamento do equipamento, a Monroe explica detalhadamente como a peça funciona para desempenhar o seu papel adequadamente. O amortecedor, estrutura hidráulica projetada para absorver os impactos do veículo, é composto basicamente por pistão, tubos reservatório e de pressão, fluido e ar ou gás. O trabalho exercido pelo equipamento está ligado ao princípio do deslocamento dos fluidos nos sentidos de extensão - controla o movimento das molas - e compressão, monitora o peso não sustentado do veículo. "Dessa forma, um automóvel terá maior resistência durante o ciclo de abertura do amortecedor que é quando as molas absorvem os impactos com o solo", explica Ecaterina Grigulevitch, gerente Nacional de Marketing e Administração de Vendas da Monroe.

 

 

 

"Conseqüentemente", completa, "o equipamento também atua para evitar que o carro vibre mais que o normal ou absorva os impactos causando desconforto aos ocupantes." Outro ponto importante para o bom funcionamento do amortecedor é o pistão - responsável pelo fluido do equipamento nos sentidos de extensão e compressão. Com o carro em movimento, a velocidade do pistão é contida devido à resistência que o óleo proporciona ao passar pelos seus orifícios. "A força da resistência de um amortecedor depende da velocidade da suspensão, do número e tamanho dos orifícios do pistão. Assim, o amortecedor se adequa às condições do solo por onde trafega. Isso proporciona redução das vibrações, derrapagens e balanços", esclarece Ecaterina.
 
Fonte Século Diário

 

Saiba quando os amortecedores
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Sinais como menor estabilidade em curvas, maior distância para frenagem, desgaste de pneus e peças da suspensão, risco de aquaplanagem, balanço excessivo e vibrações indicam que a vida do amortecedor está comprometida. "Ao perceber qualquer anormalidade na suspensão é importante que o consumidor faça uma revisão da suspensão e troque as peças necessárias. Além disso, recomendamos uma revisão aos 40 mil quilômetros", explica a gerente da Monroe, empresa líder mundial no desenvolvimento e fabricação de amortecedores. O amortecedor é um dos componentes da suspensão do veículo responsável pelo controle do movimento das molas para evitar balanços excessivos, garantir a segurança do automóvel e, conseqüentemente, dos seus ocupantes.

 

Para que o consumidor entenda o funcionamento do equipamento, a Monroe explica detalhadamente como a peça funciona para desempenhar o seu papel adequadamente. O amortecedor, estrutura hidráulica projetada para absorver os impactos do veículo, é composto basicamente por pistão, tubos reservatório e de pressão, fluido e ar ou gás. O trabalho exercido pelo equipamento está ligado ao princípio do deslocamento dos fluidos nos sentidos de extensão - controla o movimento das molas - e compressão, monitora o peso não sustentado do veículo. "Dessa forma, um automóvel terá maior resistência durante o ciclo de abertura do amortecedor que é quando as molas absorvem os impactos com o solo", explica Ecaterina Grigulevitch, gerente Nacional de Marketing e Administração de Vendas da Monroe.

 

"Conseqüentemente", completa, "o equipamento também atua para evitar que o carro vibre mais que o normal ou absorva os impactos causando desconforto aos ocupantes." Outro ponto importante para o bom funcionamento do amortecedor é o pistão - responsável pelo fluido do equipamento nos sentidos de extensão e compressão. Com o carro em movimento, a velocidade do pistão é contida devido à resistência que o óleo proporciona ao passar pelos seus orifícios. "A força da resistência de um amortecedor depende da velocidade da suspensão, do número e tamanho dos orifícios do pistão. Assim, o amortecedor se adequa às condições do solo por onde trafega. Isso proporciona redução das vibrações, derrapagens e balanços", esclarece Ecaterina.
 
Fonte Século Diário

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